Mas o problema é grave. Muito grave.
Os sinais ditatoriais são mais que muitos.
Um primeiro-ministro que não dá cavaco a ninguém. Um presidente da república que parece andar distraído com as arbitrariedades evidentes e não toma nenhuma posição. Uma oposição não existente.
Um governo que toma decisões estratégicas para décadas numa atitude de quem vier atrás que feche a porta e, quando cidadãos, independentes, estudiosos, cientistas na matéria alertam para os custos e/ou perigos lá vem a voz arrogante de um qualquer militante poderoso do PS a vociferar contra a pessoa com insultos soezes. Isto aconteceu com um simples e insignificante secretário de estado contra um conceituado professor universitário mas, aconteceu também, com um presidente do governo regional dos Açores contra uma decisão inequívoca do Tribunal Constitucional.
Que País é este? Que sociedade é esta?
Que herança deixa esta geração aos vindouros? Será que alguém, daqui por cinquenta anos, se pode orgulhar do povo, nação que tem quase um milénio de história?
Tudo isto merecia ser refletido por todos, governantes e governados, eleitores e eleitos porque o futuro parece ser sombrio.
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