Há dias tristes sem razão
evidente.
Caem as lágrimas numa grande
torrente,
Cara abaixo, sem que as
possamos parar.
E se nos perguntam:- o que
tens? Nada, p'ra variar.
Na circunstância pode
parecer birra, mimo.
Será assim? Não haverá razão
de fundo, íntimo?
Pode-se não conhecer a
suficiente razão
Mas, com certeza, haverá
grande mágoa no coração.
E se entregássemos ao Deus
Consolador,
O Espírito Santo que é Deus,
amor, inspirador
As preocupações que nos
entristecem a Alma?
Talvez suavizasse a dor e
renascesse a alegria,
Desaparecesse a angústia e
viesse a esperança
E a nossa fragilidade
mudaria para Força Santa.
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