Saturday, September 05, 2020

MOTE DE ZÉ LOUREIRO!

 


 

Poeta, qual vedor, que pressente a água

No mais profundo do interior da Terra

Usando palavras entrelaçadas na frágua

Que faz bem à alma prenhe de guerra.

 

O Poeta e vedor são ambos inventores

De uma realidade que existe em suas vidas

Quando não têm, sonham com amores

Velhos ou novos, mas sempre cerzidas,

 

Em tecidos que precisam reparação

Para aguentarem caminhadas que procuram

Novas descobertas, mesmo invenção

Que levem a conhecer coisas do Quaram.

 

Junte-se, então poeta insigne, com certeiro vedor

Para descobrir a água que mata a sede e beber

Força, energia, alegria para comemorar o amor

Sem receio da total bebedeira de vida e saber.

 

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