Poeta, qual
vedor, que pressente a água
No mais
profundo do interior da Terra
Usando
palavras entrelaçadas na frágua
Que faz bem
à alma prenhe de guerra.
O Poeta e
vedor são ambos inventores
De uma
realidade que existe em suas vidas
Quando não
têm, sonham com amores
Velhos ou
novos, mas sempre cerzidas,
Em tecidos
que precisam reparação
Para
aguentarem caminhadas que procuram
Novas
descobertas, mesmo invenção
Que levem a
conhecer coisas do Quaram.
Junte-se,
então poeta insigne, com certeiro vedor
Para
descobrir a água que mata a sede e beber
Força,
energia, alegria para comemorar o amor
Sem receio
da total bebedeira de vida e saber.
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