Este ser impressivo,
diletante
Quase cómico, comediante.
Seria curial este
comportamento
Numa pessoa de bem e
sentimento?
Não seria mais válida a
convicção
Do que é preciso fazer com
coração
Para o bem do País, do Povo
que trabalha
Em vez de fazer fretes a
tanta canalha?
Como é que um jovem pode ter
esperança,
Como é que um velho pode ter
segurança,
Com gente deste calibre,
desta jactância,
Desta comicidade, fruto de
tanta ignorância?
Assiste-se a um debate do
estado da Nação,
E ressalta aos olhos de
todos, uma visão
De gente comprometida,
cúmplice, distraída,
Que debita uma atoarda sem
nexo e sem medida.
Para satisfazer clientelas,
ou hipotéticos votantes
Que julgam enganar com
balelas inoperantes,
Elogiando o Poder em todas
as suas trapalhadas,
Se pertencerem às cores
partidárias ou aliadas.
O inverso sofre do mesmo
desvario embora mutante,
Dizendo mal de tudo de forma
abusiva, constante
Para justificar uma
disfarçada e ineficaz oposição,
Dizendo, com descaramento,
defender a Nação.
Oh! Triste sina de quem não
tem escolha, opção,
Para mudar as coisas,
modificar tal situação,
Pois a classe que se diz de
elite e dirigente,
Não tem nenhuma classe e
muito menos é gente.
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