Planícies sem fim, dum verde
luxuriante,
Paisagem nem sempre
observada localmente.
Traz uma paz e sossego
inebriante,
Ao coração atribulado de
muita gente.
Um frenesim que não deixa
apreciar tal beleza.
Porque viver nesta azáfama
tão disforme,
Que retira anos de vida,
autêntica, de certeza,
Passando os dias só por
passar na luta enorme,
Que quer apanhar o Mundo com
ambas as mãos,
Sem nunca conseguir atingir
tal objectivo,
Deixando, passados anos, um
sentido do total vazio,
Duma vida que se não viveu,
que passou em vão
Num estranho sentimento de
frustração sentido,
Com a sensação de que não
valeu a pena tal desvario.
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